Nesta semana um amigo meu do Grupo Gatu me falou que, em suas andanças pelo Google, encontrou uma crítica sobre nosso espetáculo: "Viúva, porém honesta". Nesta crítica ele falava bastante coisas ruins e incabíveis em relacão ao mesmo. Não que eu não queira e não esteja disposta a ser criticada, mas eu quero falar sobre a irresponsabilidade dos que criticam. Que nem mesmo participam e se vinculam a um processo de pesquisa e tem o mínimo de credibilidade para criticar. Desculpem-me. Mas primeiramente, antes de criticar, estudem, pensem, avaliem, pecebam se você sabe fazer isto, se você tem bagagem e depois além de tudo perguntem: o que eu já contribui artisticamente para o mundo? Quem sou eu. Não se exponha ao ridiculo com uma crítica rasa e bizonha. Depois, com toda a segurança fiquem bastante a vontade para criticar. Tenho certeza que o mundo deve ser livre. Está aí a Internet que não me deixa mentir. Mas, como artistas devemos ser mais responsaveis para que não percamos a credibilidade com nossos pares e com o mundo.
Boa semana.
Beijos
Daniela Rocha Rosa
Mudar...
Sei que devería amar a palavra e a acão "mudar", mas por característica da minha personalidade não me afetuo e nem mesmo me asseguro com ela. Aliás, não é um terreno que tenho muita intimidade, apesar de ter que andar ao seu lado diariamente.
Hoje início formalmente o primeiro estágio de uma mudança, que apesar de ser física, minha alma sente e estranha a forma brusca que esta se dá. Não, nã é nada feliz (por enquanto!), realmente outros sentimentos são mais fortes em mim, como: nostalgia, apego, conforto. Neste caso, em que vivo, a mudança é quase um chamado de despejo em meu coração. É ser obrigada a largar a comida no prato quando se ainda está com fome, não poder beber água quando se está com muita sede. Mais do que isso, é realmente sentir a dor do vazio, um nó na garganta e não saber explicar o que se passa. Dormir é mais díficil que acordar. É uma ladeira sem fim.
Faz parte. É da vida... Se hoje é isso que tenho, sei que faz parte de um Plano que irei agradecer lááááá, ou lá na frente.
Caixas, plástico bolha, jornal, caixas, caixas, caixas. Vou guardar tudo em caixas, me assegurar que tudo está bem embalado, organizado em seu devido lugar, vou até mesmo listar toda a mudança para que eu a possa quando quiser abrir, mexer, lembrar e usar tudo que o for preciso para tornar a mudar. Aih, que falta de vontade de começar............ Tristeza: vou encontrar teu lugar!
Bom dia!
DRR
Hoje início formalmente o primeiro estágio de uma mudança, que apesar de ser física, minha alma sente e estranha a forma brusca que esta se dá. Não, nã é nada feliz (por enquanto!), realmente outros sentimentos são mais fortes em mim, como: nostalgia, apego, conforto. Neste caso, em que vivo, a mudança é quase um chamado de despejo em meu coração. É ser obrigada a largar a comida no prato quando se ainda está com fome, não poder beber água quando se está com muita sede. Mais do que isso, é realmente sentir a dor do vazio, um nó na garganta e não saber explicar o que se passa. Dormir é mais díficil que acordar. É uma ladeira sem fim.
Faz parte. É da vida... Se hoje é isso que tenho, sei que faz parte de um Plano que irei agradecer lááááá, ou lá na frente.
Caixas, plástico bolha, jornal, caixas, caixas, caixas. Vou guardar tudo em caixas, me assegurar que tudo está bem embalado, organizado em seu devido lugar, vou até mesmo listar toda a mudança para que eu a possa quando quiser abrir, mexer, lembrar e usar tudo que o for preciso para tornar a mudar. Aih, que falta de vontade de começar............ Tristeza: vou encontrar teu lugar!
Bom dia!
DRR
Inesquecível Macacão
Quem o viu jamais o esquecerá. Ele foi capaz de revelar formas e movimentos jamais vistos sob "àqueles" pontos de vista.
Estas palavras são para ti: Macacão...
Aih Macacão, se todas pudessem lhe provar a vida teria um colorido especial. Só tu foi capaz de revelar aos corações de quem o viu a forma secreta, ainda que coberta, de flor exótica jamais vista, jóia rara, desejada, perseguida. Perseguida, quase revelada. Somente tu prismaria tantas formas, flor desabrochada, dividida em pétalas...Aih Macacão tão preto, tão agarrado à flor, se pudesses largar, desgrudar e se todas pudessem tê-lo, ao mesmo tempo... Talvez não! NUNCA! Ocorreriam rebeliões, devaneios, muitos sonhos, sonhos inesquecíveis em terrenos baldios. Jamais tu serás esquecido.
Aih Macacão agora suado, surrado, brindado, repousas, descansas nesta noite quente. Saúde pra quem sempre lhe acompanha.
Que Deus te conserve sempre vivo na memória e no guarda-roupa de quem o tem.
Boa noite.
Beijos
Daniela Rocha Rosa
Estas palavras são para ti: Macacão...
Aih Macacão, se todas pudessem lhe provar a vida teria um colorido especial. Só tu foi capaz de revelar aos corações de quem o viu a forma secreta, ainda que coberta, de flor exótica jamais vista, jóia rara, desejada, perseguida. Perseguida, quase revelada. Somente tu prismaria tantas formas, flor desabrochada, dividida em pétalas...Aih Macacão tão preto, tão agarrado à flor, se pudesses largar, desgrudar e se todas pudessem tê-lo, ao mesmo tempo... Talvez não! NUNCA! Ocorreriam rebeliões, devaneios, muitos sonhos, sonhos inesquecíveis em terrenos baldios. Jamais tu serás esquecido.
Aih Macacão agora suado, surrado, brindado, repousas, descansas nesta noite quente. Saúde pra quem sempre lhe acompanha.
Que Deus te conserve sempre vivo na memória e no guarda-roupa de quem o tem.
Boa noite.
Beijos
Daniela Rocha Rosa
Fechada para balanço...
Volto das férias, momentos de transformações, abrir mão das coisas pela incompetência de não saber transformar e nem mesmo por onde começar?
Como começar o que não se sabe, como conversar sem conseguir estabelecer uma forma de transformacão que acalme o coração? A roda viva transforma os hábitos em vícios perigosos. Não sei por onde começar a desconstruir a camada fina que me reveste e atrita com o mundo. Camada estranha que age independente da minha vontade consciente e agride o meu interior até mesmo a minha alma...? Neste caso é melhor manter-me fechada para balanço.
Dani Rocha Rosa
07/02/2009
Como começar o que não se sabe, como conversar sem conseguir estabelecer uma forma de transformacão que acalme o coração? A roda viva transforma os hábitos em vícios perigosos. Não sei por onde começar a desconstruir a camada fina que me reveste e atrita com o mundo. Camada estranha que age independente da minha vontade consciente e agride o meu interior até mesmo a minha alma...? Neste caso é melhor manter-me fechada para balanço.
Dani Rocha Rosa
07/02/2009
Delicadeza...
Olá,
Li, na semana passada, o livro que Marília Pêra escreveu com o título: "Cartas a uma jovem atriz- Disciplina, criatividade e bom humor". A minha amiga Elô (Vitz) me indicou e me emprestou. Nossa, achei de uma delicadeza e de uma verdade tão tocante que venho recomendá-lo não somente às jovens atrizes, como tb aos jovens atores.
Neste livro podemos encontrar dicas de mestre. É sério. Vivo conhecendo pessoas nos bastidores que nunca ouviu metade do que lá está, generosamente, escrito ou até mesmo que não tem a coragem de assumir certas posturas e se mascaram numa atitude muitas vezes traiçoeira.
É muito sabio saber aprender e ter humildade de ouvir o outro, e, principalmente, o outro que já chegou lá. Acredito eu que esta é uma das melhores formas de aprender. Porque nos possibilita aprender com quem segue e seguiu um caminho que jamais poderemos passar, mas que desejamos e possivelmente andaremos nas paralelas ou nas principais. É a descoberta de um novo olhar.
Digo isso nas questões mais básicas e óbvias que nem sempre são tratadas. Parece coisa de mãe pra filho caçula.
Marília Pêra tem senso de humor e traz assuntos deliciosos e divertidos. Eu dei muita risada ao ler, talvez porque me identifique muito e tb. não me conforme com o contrário. Fala de questões bastante delicadas, desde higiene até mesmo da questão da auto-estima que para nós atores é tãããão sensível.
É isso. Só lendo. Recomendo. Ler é muito bom.
Um beijo e boa semana.
Daniela Rocha Rosa
Li, na semana passada, o livro que Marília Pêra escreveu com o título: "Cartas a uma jovem atriz- Disciplina, criatividade e bom humor". A minha amiga Elô (Vitz) me indicou e me emprestou. Nossa, achei de uma delicadeza e de uma verdade tão tocante que venho recomendá-lo não somente às jovens atrizes, como tb aos jovens atores.
Neste livro podemos encontrar dicas de mestre. É sério. Vivo conhecendo pessoas nos bastidores que nunca ouviu metade do que lá está, generosamente, escrito ou até mesmo que não tem a coragem de assumir certas posturas e se mascaram numa atitude muitas vezes traiçoeira.
É muito sabio saber aprender e ter humildade de ouvir o outro, e, principalmente, o outro que já chegou lá. Acredito eu que esta é uma das melhores formas de aprender. Porque nos possibilita aprender com quem segue e seguiu um caminho que jamais poderemos passar, mas que desejamos e possivelmente andaremos nas paralelas ou nas principais. É a descoberta de um novo olhar.
Digo isso nas questões mais básicas e óbvias que nem sempre são tratadas. Parece coisa de mãe pra filho caçula.
Marília Pêra tem senso de humor e traz assuntos deliciosos e divertidos. Eu dei muita risada ao ler, talvez porque me identifique muito e tb. não me conforme com o contrário. Fala de questões bastante delicadas, desde higiene até mesmo da questão da auto-estima que para nós atores é tãããão sensível.
É isso. Só lendo. Recomendo. Ler é muito bom.
Um beijo e boa semana.
Daniela Rocha Rosa
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